Halloween

OIIIIII

Viva a magia, e XÓ violência!!!
 
 
fonte:site do msn

Dia das Bruxas:Doces ou Travessuras
As bruxas estão à solta. Pelo menos é isso que acontece no dia 31 de outubro, em vários lugares do mundo, quando é comemorado o Halloween ou o Dia das Bruxas.
 
O Dia das Bruxas, apesar de ser uma comemoração tipicamente norte-americana, vem ganhando espaço em nossa cultura graças às escolas de inglês e da mídia. Essa data costuma ser celebrada com festas à fantasia, fogueiras e crianças fantasiadas batendo de casa em casa, pedindo doces (a brincadeira do trick or treat – travessuras ou gostosuras).
Origens

A palavra Halloween vem do Hallowed, palavra do inglês antigo que significa "santo" e e’em, também de origem inglesa, que significa "noite" – daí o significado "Noite Santa" ou All Hallow’s Eve (Noite de Todos os Santos).

O dia 31 de outubro não foi uma escolha por acaso. No calendário celta, este dia marcava o clímax do festival Samhain, que celebrava a passagem do ano velho para o novo. Era um dos quatro dias de "meio trimestre". O primeiro, 2 de fevereiro, conhecido como Dia da Marmota, honrava à Brigite, a deusa pagã da cura. O segundo, um feriado de maio chamado Beltane, era para os bruxos a época de plantar. O terceiro, a festa da colheita em agosto, comemorava o deus sol Lugh. Esses três primeiros dias marcavam a passagem das estações, o tempo de plantar e o de ceifar, bem como o tempo da morte e ressurreição da terra. O último, Samhain, marcava a entrada do inverno. Nessa época, eram feitos rituais em um caldeirão para que houvesse provisão até o inverno seguinte.

Para os druidas, 31 de outubro era a noite em que Samhain (Senhor da Morte) voltava com os espíritos dos mortos, que eram encontrados na forma de bruxas, fantasmas e duendes, e saíam para prejudicar as pessoas, que deviam agradá-los para serem deixadas em paz. Acendiam-se, então, enormes fogueiras para afugentar os espíritos maus e aplacar os poderes sobrenaturais que controlavam os processos da natureza.

A Igreja Católica celebrava originalmente o "Dia de Todos os Santos" no mês de maio e não no dia 1º de novembro como é feito atualmente. No ano 835, o Papa Gregorio III, tentando apaziguar a situação nos territórios pagãos recém-conquistados no noroeste da Europa, permitiu-lhes combinar o antigo ritual do "Dia de Samhain" ou "Vigília de Samhain" – semelhante ao que foi feito no Brasil com os deuses africanos e os santos da igreja no tempo da escravidão.

Com o tempo, esta prática de apaziguar os espíritos malignos foi transformada. Os espanhóis colocavam doces e nozes nas sepulturas, no dia de Halloween, para afastar os maus espíritos. Os mendigos passaram a pedir comida em troca de orações para os mortos da família, em algumas partes da Inglaterra. Na Irlanda, a tradição era que um homem conduzisse uma procissão para angariar oferendas de agricultores, a fim de que suas colheitas não fossem amaldiçoadas por demônios. No final do século 19, quando o Halloween foi introduzido nos EUA, essa espécie de chantagem deu origem ao trick or treat (travessuras ou gostosuras). As crianças, devidamente fantasiadas, percorrem as casas pedindo doces. Se o dono da residência negar as iguarias aos pequenos, eles fazem travessuras.
Simbologia
O nome da bruxa, grande protagonista do Dia das Bruxas, vem do saxão wica (mago), aquele que é possuidor de conhecimentos fora do comum. A capacidade de voar era adquirida por meio de um ungüento sagrado, que era passado na pele durante o pôr-do-sol de uma sexta-feira.

As cabeças de abóbora (Jack-o-Lanterns), feitas em forma de careta, vieram da lenda de um homem chamado Stingy Jack, a quem foi negada a entrada no céu, por sua maldade, e, no inferno, por pregar peças no diabo. Condenado a perambular pela terra como espírito até o dia do juízo final, Jack colocou uma brasa em um grande nabo oco, para lhe iluminar o caminho pela escuridão da noite. Este talismã (que virou abóbora) simboliza uma alma condenada.

Acreditava-se também que a lua cheia marcava a época de praticar certos rituais e as bruxas podiam transferir seus espíritos para gatos, sendo muitos mortos por causa disso.

O morcego adquiriu a reputação de possuir forças ocultas por suas características de pássaro (para o ocultismo, símbolo da alma) e de demônio (por ser noturno). No período medieval, acreditava-se que demônios transformavam-se em morcegos.

As máscaras têm sido um meio de afastar espíritos maus e também de comunicação com o mundo dos espíritos. Em outras culturas, o uso das máscaras servia para afugentar demônios que traziam desastres como epidemias, secas, etc.

As cores usadas no Dia das Bruxas, o laranja e o preto, também têm sua origem no culto aos mortos, nas missas comemorativas, celebradas em novembro. As velas de cera de abelha tinham cor alaranjada e os esquifes eram cobertos com tecidos pretos.

Dia das Bruxas no cinema
Em 1978, surgiu o primeiro dos oito filmes da saga Halloween, sobre o psicopata assassino Michael Myers que ataca na noite de 31 de outubro, usando uma máscara sem expressão e um facão afiado. Em número de vítimas por filme, Myers só perde para Leatherface (O Massacre da Serra Elétrica) e Jason (Sexta-feira 13).

A última aventura de Myers foi lançada neste ano, em Halloween: Ressurreição, no qual um grupo de adolescentes participa de um reality show filmado na casa do assassino que, claro, volta para fazer mais algumas vítimas.

 

 

 

Stephen King, um dos autores de livros de terror mais vendidos e adaptados para o cinema, teve seus personagens imortalizados pela direção de Brian de Palma (Carrie, A Estranha), Stanley Kubrick (O Iluminado), Mary Lambert (Cemitério Maldito), Fritz Kiersch (Colheita Maldita), John Carpenter (Christine, o Carro Assassino) e Tommy Lee Wallace (It – Uma Obra-Prima do Medo). Esses longas viraram clássicos do cinema de terror, mas não foram os únicos. Filmes como O Exorcista (William Friedkin), A Profecia (Richard Donner), A Morte do Demônio (Sam Raimi), O Bebê de Rosemary (Roman Polanski), Fome Animal (Peter Jackson), além dos atuais Pânico, Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado e A Bruxa de Blair continuam a assustar os telespectadores, independente da idade.
José Mojica Marins, o eterno Zé do Caixão, é nosso maior representante do cinema de terror. Com suas unhas enormes, capa preta e cartola, ele é conhecido nos EUA como Coffin Joe. O auge de sua carreira foi na década de 60 e em seu currículo constam mais de 30 filmes, entre eles os clássicos À Meia-Noite Levarei Sua Alma e Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver. Sua carreira, no entanto, sempre foi marginal. Seus filmes, apesar de toscos, tinham o toque de inovação que sempre faltou no cinema brasileiro para que o horror nunca fosse explorado em nossa cinematografia. Hoje, o personagem de José Mojica é cult nos EUA.

[ Eu,Alexandra,pessoalmente,prefiro os filmes de Halloween infanto-juvenis que trazem o tema com menos violência e mais fantasia e existe uma série de filmes muito bons relacionados ao Halloween]
 

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