Bugei / Fitoterapia

 

Bugei

É o estudo das ervas e de suas propriedades terapêuticas. Corresponde à fitoterapia, disciplina presente em várias culturas, mais notadamente no Oriente. A China reconhece e utiliza as propriedades medicinais das ervas amplamente, desde centenas de anos antes de Cristo.

 

De fato, a humanidade conhece os benefícios medicinais das plantas há milênios. Registros da medicina romana, egípcia, persa e hebraica mostram que ervas eram utilizadas de forma extensiva para curar praticamente todas as doenças conhecidas pelo homem. Muitas ervas contém poderosos ingredientes que, se usados corretamente, podem ajudar a curar o corpo. Nos seus primórdios, a indústria farmacêutica baseava-se na sua capacidade de isolar esses ingredientes e torná-los disponíveis em uma forma mais pura.

De acordo com o O-Chikara, todos os seres existentes em nosso planeta possuem uma aura de energia que envolve e circunda o corpo material. Essa aura é carregada de acordo com a vibração do corpo que a rege, apresentando diferentes cores e intensidades.

No caso das plantas, aparelhos especiais permitem que se detecte a camada energética que as reveste e que fornecem, de alguma forma, um direcionamento no seu uso terapêutico. Esses aparelhos medem até mesmo a afinidade de uma planta com determinada pessoa, explicando por que o uso da planta para a cura de uma doença será ou não positiva.

Outros métodos de pesquisa demonstram a diferença energética no campo de uma planta em função do tipo de cultivo que ela teve. Assim, plantas que foram cultivadas com o uso de adubos orgânicos teriam um campo de energia mais equilibrado e luminoso do que aquelas produzidas com a ajuda de aditivos agroquímicos.

De acordo com a sua energia, a planta pode ser usada também para equilibrar as emoções e sentimentos das pessoas. Muitas plantas são empregadas popularmente para a limpeza energética de ambientes e pessoas, por meio de incensos e fumigações, justamente porque algumas delas possuem qualidades transmutadoras que propiciam a modificação da vibração atômica, devolvendo a harmonia.

Contudo, os herbalistas alegam que a natureza colocou na mesma erva outros ingredientes que se equilibram com os ingredientes mais poderosos. Esses outros componentes, embora relativamente menos poderosos, podem ajudar a servir de intermediário, sinergista ou contrapeso quando trabalham de forma harmônica com o ingrediente mais poderoso. Portanto, ao usar essas ervas na sua forma completa, o processo de cura do corpo utiliza os ingredientes oferecidos pela natureza de uma forma mais equilibrada.

Desde os tempos primórdios a utilização das plantas tem sido eficaz na cura de muitas doenças – A ciência em suas descobertas revela os valores terapêuticos das plantas elaborando as mais eficazes científicas ou naturais, convergindo em benefícios total em real no combate das infecções que assolam a humanidade Os antigos povos da Idade Média, como os Egípcios da Mesopotâmia ou os Babilônios, experimentaram o poder curativo das plantas.

Muitos crêem que as propriedades curativas das plantas são tão eficazes quanto os remédios industrializados e sintetizados, mas sem os efeitos colaterais destes. Em países e comunidades nas quais o acesso a médicos e hospitais é limitado, os remédios feitos de ervas são a forma principal de medicina.

Fonte: Augusto, Jordan. "Kusa – O encontro com o Equilíbrio". Ed. Kanji, 2002.

Site:bugei.com.br

 

Fitoterapia: o uso terapêutico das plantas e ervas

Por Mariana Monteiro

As plantas medicinais têm sido pesquisados há anos por causa de suas propriedades terapêuticas. As substâncias químicas encontradas em plantas e ervas podem estar presentes nas raízes, caules, folhas, flores ou frutos. Para o nutroterapeuta Helder Carvalho, estudioso das plantas medicinais, algumas ervas e plantas agem revigorando o organismo como um todo ou retardando o envelhecimento da pele. "Mas é preciso usá-las na dose adequada e prepará-las com atenção. Afinal, estas plantas são remédios," explica o professor do Instituto Aurora de Terapia.

Prisão de ventre, má digestão, ansiedade, alergias, dor de barriga e o tabagismo são distúrbios que podem ser tratados com o uso de fitoterápicos. Para quem tem prisão de ventre, por exemplo, é importante a introduç&a

tilde;o de fibras vegetais na dieta (aveia, milho), raízes, frutas e farelos de cereais. Helder Carvalho dá a dica: "Em caso de constipação aguda o tratamento poder ser feito à base de chá de folhas de sene."

Outra receita de saúde natural de Helder é para a prevenção da osteoporose, doença comum nas mulheres na pós-menopausa. "A casca de melancia é rica em sais minerais e pode ser aproveitada refogada com óleo, salsa e sal." O chá de sabugueiro é ótimo para baixar febres, já que contém o ácido acetil, um composto antitérmico industrializado.

As plantas medicinais podem ser usadas na forma de chás, xaropes, cápsulas, pó, banhos, sucos, inalantes, compressas, emplastros (colocação das ervas diretamente sobre a pele) e ungüentos (preparações gorduro

sas que não contêm água). Mas o estudioso Helder Carvalho faz um alerta: "As plantas medicinais servem tanto para aliviar os sintomas quanto para tratar as doenças. Mas é preciso a consulta com um especialista para o diagnóstico e as orientações necessárias."

A médica estudiosa de plantas medicinais, Patrícia Vieira Machado, destaca que a espinheira santa atua como estimulante das funções estomacais, hepáticas e intestinais. "Entre as principais vantagens do uso desta planta estão a diminuição da quantidade de ácido no estômago, o aumento na velocidade de regeneração da mucosa, reduzindo, por exemplo, o tempo em que a úlcera fica aberta e o incremento. Sua única contra-indicação é para gestantes e mulheres que estejam amamentando, já que diminui a produção de leite", diz a médica.

Já o extrato de Pycnogenol, obtido da casca do pinheiro marítimo, atua no aumento da elasticidade e a tonicidade da pele, segundo estudos. "Como o extrato melhora a microcirculação sangüínea, conseqüentemente acaba favorecendo a entrada de nutrientes nas células cutâneas", avalia o clínico-geral Efrain Olszewer, presidente de honra da Associação Médica Brasileira de Oxidologia e diretor do Centro de Medicina Preventiva, em São Paulo.

A babosa (aloe vera) é usada externamente para tratar desde queda capilar até cortes, queimaduras, psoríase e quase todas as agressões que nossa pele sofra, tanto de causa externa como de causa interna. "Isto porque ela tem ação queratolítica, citofilática, cicatrizante e antiinflamatória, antiálgica e de assepsia em feridas e cortes segundo o Dr. J. E. Breu em pesquisa publicada no Minesota Journal of Medicine em 1937", declara o nutroterapeuta.

Como todo medicamento, as plantas medicinais devem ser indicadas por um especialista e na hora de fazer a fórmula nada melhor do que seguir a orientação dele. No caso de plantas e ervas para chás, procure em casas de produtos naturais e farmácias de manipulação.

fonte: site Mais de 50.com 

Uma resposta para “Bugei / Fitoterapia

  1. Olá!
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